Índice Remissivo:
- Simulação de Injecção;
- Simulação do Sistema de Arrefecimento;
Num molde um dos factores que mais contribui para a rentabilização económica de um ciclo de injecção, é o seu tempo de arrefecimento.
Por outro lado, os materiais plásticos são por natureza maus condutores térmicos, dependendo a qualidade final das peças injectadas, em grande parte, desta variável.
Durante a fase de arrefecimento todos aos materiais plásticos contraem. Se esta se der de uma forma uniforme ao longo da peça, ou seja, se todas as zonas contraírem a mesma quantidade em todas as direcções, então a contracção será uniforme e dificilmente teremos defeitos com empenos, desvios de tolerâncias, etc.. Contudo, para que isto seja possível, é fundamental que:
- A moldação arrefeça toda à mesma velocidade;
- A moldação permaneça a maior parte do tempo possível na zona moldante antes de ser extraída.
Mas porque é fundamental rentabilizar economicamente o ciclo de injecção, as peças são extraídas logo que apresentem estabilidade estrutural que permita que as peças continuem a arrefecer e a contrair muito depois da extracção do molde, surgindo os defeitos acima citados. Logo, para que se encontre um ponto de equilíbrio entre a rentabilização económica do ciclo e a qualidade das peças, é fundamental optimizar o sistema de refrigeração do molde, o que é conseguido com o módulo de arrefecimento do Moldex 3D.
Com o Moldex 3D, é possível a partir de:
- Modelo 3D de CAD em formato neutro;
- Sistema de alimentação da moldação;
- Sistema de refrigeração pré-definido (ponto de partida).
E após a optimização das fases de enchimento e compactação da moldação, obter resultados como:
- Variação da temperatura ao longo da espessura da peça;
- Identificação de zonas mais quente e mais frias, na peça;
- Variação da temperatura do líquido refrigerador ao longo do comprimento da linha de refrigeração;
- Caudal;
- Pressão dentro da linha de refrigeração,
- Quantidade de solidificado ao longo da peça, etc..

Não devem existir grandes variações de temperatura entre a cavidade e a bucha (ao longo da espessura) e ao longo da peça, pois são criadas contracções diferenciais que levam ao aparecimento de empenos.
A variação da temperatura do fluido arrefecedor desde que entra até que sai deve ser de 3 a 5ºC.
É com base nestes resultados, que será possível corrigir eventuais problemas, como zonas quentes da peça, mediante o aumento localizado de refrigeração, aproximando a linha de refrigeração ou colocando postiços em ligas metálicas mais condutoras. Problemas que sendo detectados numa fase de teste do molde, teriam quase sempre soluções mais caras.




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- Simulação do Sistema de Arrefecimento;


